As grandes referências do design de atividades de leitura e sua gravação em áudio e/ou implementação do programa Audacity são: L.S Vigostky com seu trabalho “Formação Social da Mente e Pensamento e Linguagem”, Pierre Lévy com “As Tecnologias da Inteligência” e, sobre a leitura, Doris J.Johnson e Helmer R. Myklebust-Disturbios de Aprendizagem e de Berta P. Braslavsky. Problemas e Métodos no ensino da Leitura.
Teixeira Coelho apresenta a leitura como comportamento (corporeidade e gestualidade), ato (significações), ler é busca de relação, forma de interação entre memórias (autor/leitor). A leitura como ato criador: escritura (não é mais atividade passiva, reflexo no leitor de imagens definidas pelo autor. O livro como o instrumento “mais espetacular”, os demais são extensões do corpo. A leitura como prática de sociabilidade, a comunicação face a face e a comunicação mediatizada. Até a idade média, são poucos os leitores habituados a ler sem vocalizar, mesmo os que leem para si. Na Idade Média alta, holandeses e anglo-saxões criaram os espaços em branco entre as palavras para o reconhecimento visual mais fácil. No século XVI, ver e escutar eram quase sinônimos.
Howard Gadner (2000) autor do conceito de Inteligências Múltiplas cita Thurstone (1938) que indica “capacidades mentais primárias” que poderiam estar relacionadas a leitura e a avaliação da mesma no momento de sua execução/performance e mais poderia estar incluída/ ou poderias ser detectada na expressão da leitura: compreensão e fluência verbal. Memória, velocidade perceptual, raciocínio indutivo, visualização espacial.
Pierre Levy, na sua obra Tecnologias da Inteligência apresenta as principais características do hipertexto que também influencia a tipologia de leitura. O hipertexto está em constante metamorfose então a leitura do aluno além de preparar-se para tal fenômeno, incorpora na sua leitura este tipo de ação/reação. O autor afirma que a rede hipertextual é heterogênea e as mensagens são multimídias, multimodais, analógicas e digitais. Como desenvolver a leitura tradicional, do manuscrito cada vez mais raro e o texto impresso para novas mensagens. Os textos tradicionais geralmente são monotemáticos, no hipertexto existem vários centros utilizando saltos de uma para outro. A leitura do aluno, ainda que inconsciente de tais estruturas, deverá assimilar e/ou acomodar e incorporar tais procedimentos já na sua leitura
Anteriormente, a base da leitura era a escrita manual e o texto produzido no papel. Logo depois, os textos era digitados e/ou impressos em editoras. Atualmente, o texto na Internet tornou-se hipertexto. Originou-se, na década de 1940, a partir de uma calculadora, dispositivo mecânico de seleção e classificação de associações como indexações. Pierre Lévy, em sua obra Tecnologias da Inteligência contextualiza a evolução do hipertexto. "A ideia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vanevar Bush em 1945, em um célebre artigo intitulado " As We May Think? Este trecho é um resumo sobre a origem do hipertexto.
Teixeira Coelho apresenta a leitura como comportamento (corporeidade e gestualidade), ato (significações), ler é busca de relação, forma de interação entre memórias (autor/leitor). A leitura como ato criador: escritura (não é mais atividade passiva, reflexo no leitor de imagens definidas pelo autor. O livro como o instrumento “mais espetacular”, os demais são extensões do corpo. A leitura como prática de sociabilidade, a comunicação face a face e a comunicação mediatizada. Até a idade média, são poucos os leitores habituados a ler sem vocalizar, mesmo os que leem para si. Na Idade Média alta, holandeses e anglo-saxões criaram os espaços em branco entre as palavras para o reconhecimento visual mais fácil. No século XVI, ver e escutar eram quase sinônimos.
Howard Gadner (2000) autor do conceito de Inteligências Múltiplas cita Thurstone (1938) que indica “capacidades mentais primárias” que poderiam estar relacionadas a leitura e a avaliação da mesma no momento de sua execução/performance e mais poderia estar incluída/ ou poderias ser detectada na expressão da leitura: compreensão e fluência verbal. Memória, velocidade perceptual, raciocínio indutivo, visualização espacial.
Pierre Levy, na sua obra Tecnologias da Inteligência apresenta as principais características do hipertexto que também influencia a tipologia de leitura. O hipertexto está em constante metamorfose então a leitura do aluno além de preparar-se para tal fenômeno, incorpora na sua leitura este tipo de ação/reação. O autor afirma que a rede hipertextual é heterogênea e as mensagens são multimídias, multimodais, analógicas e digitais. Como desenvolver a leitura tradicional, do manuscrito cada vez mais raro e o texto impresso para novas mensagens. Os textos tradicionais geralmente são monotemáticos, no hipertexto existem vários centros utilizando saltos de uma para outro. A leitura do aluno, ainda que inconsciente de tais estruturas, deverá assimilar e/ou acomodar e incorporar tais procedimentos já na sua leitura
Anteriormente, a base da leitura era a escrita manual e o texto produzido no papel. Logo depois, os textos era digitados e/ou impressos em editoras. Atualmente, o texto na Internet tornou-se hipertexto. Originou-se, na década de 1940, a partir de uma calculadora, dispositivo mecânico de seleção e classificação de associações como indexações. Pierre Lévy, em sua obra Tecnologias da Inteligência contextualiza a evolução do hipertexto. "A ideia de hipertexto foi enunciada pela primeira vez por Vanevar Bush em 1945, em um célebre artigo intitulado " As We May Think? Este trecho é um resumo sobre a origem do hipertexto.
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